(Palestra realizada pelo então Tenente Edson Nogueira Paim, no Rotary Club de Aquidauana, em 1962, como representante do Comandante da 1a. Companhia do 9o. B.E.Comb.)
A par do dever constitucionalmente imposto - o de defender o país contra agressão externa e manter a ordem interna – o que, por si só, justificaria a existência do soldado, como elemento fiador de uma condição indispensável para o desenvolvimento social, isto é, para que atinjamos, rapidamente, uma ordem social mais justa, humana e cristã, situação essa a que chegaremos se repudiarmos toda sorte de imperialismo da esquerda ou da direita, se combatermos sem trégua o poder econômico avassalador, que esteja concentrado nas mãos de grupos particulares monopolistas ou de Estados totalitários controlados por partido único, o que vale dizer, das cúpulas partidárias, há, ainda, importantes contribuições das forças armadas de hoje e, portanto do soldado moderno, para o desenvolvimento social do Brasil.
Senão, vejamos:
Ao apresentar-se o conscrito, pela seleção militar são descobertos, muitas vezes, frustros de moléstias contagiosas, cujos portadores, pela ignorância de seu estado, ameaçam a saúde dos comunicantes.
Diagnosticados precocemente seus males, isso possibilita ao doente buscar os recursos necessários á sua cura.
Incorporado, passa o homem a receber cuidados médicos, odontológicos, que o capacitam a resistir aos esforços mais árduos, na instrução militar e na educação física, que contribuem decisivamente para a robustez do homem brasileiro e para a própria eugenia da raça.
Recebendo a alimentação balanceada das forças armadas, cria o soldado o habito de alimentar-se adequadamente.
A imunização compulsória do militar previne inúmeras moléstias contagiosas.
Portanto, é na caserna que se encontra o melhor ambiente para a prática da saúde publica. Daí a necessidade de perfeita coordenação entre os corpos de saúde e das forças armadas e os serviços de saúde publica civil.
Os conhecimentos de higiene ministrados aos oficiais dos corpos de saúde (do exercito, principalmente): Médicos, farmacêuticos e dentistas, capacitam-nos a ministrarem educação sanitária á tropa, cujos conhecimentos serão depois disseminados para o meio civil pra o qual retorna, influenciando quase sempre os elementos que convivem com o reservista.
Cumprindo disposições regulamentares que exigem a alfabetização dos convocados, esta o meio militar contribuindo, decisivamente, para a diminuição do vergonhoso índice de analfabetismo do país e removendo a terrível venda dos olhos desses quase cegos analfabetos, melhorando consequentemente seu nível de vida.
Estranham muitos a interferência indébita de militares nas atividades administrativas do país. Por que será, amigos rotários?
É simples a resposta: é porque o militar também almeja o desenvolvimento do país e o bem-estar de seu povo e porque as forças armadas são uma escola de liderança. De um contingente de 40 conscritos incorporados em Aquidauana, somente um deles havia dirigido mais de 10 homens, assim mesmo apenas os empregados de seu pai. Um mês após, cerca de 30 desses convocados, depois de matriculados no curso de cabos, já começavam a comandar os restantes de seus companheiros.
Voltando as suas ocupações civis, terão naturalmente mais facilidade para galgar postos de direção e, se atingi-los, maiores serão suas possibilidades de êxito. Não é, pois, por acaso que muitas vezes militares ocupam cargos na administração publica. Ninguém iria convocá-los pela condição única de ser militar. Logo, a restrição a fazer-se não deve ser de ordem genérica; a restrição que se impõe deve ser apenas de ordem pessoal, de origem cultural ou de ordem técnica.
Por outro lado, a evolução do nosso tempo e a própria evolução cultural de nossa gente, exige um constante aprimoramento por parte dos quadros militares.
A arte da guerra moderna solicita do militar conhecimento profundo de geografia (física, política e econômica), matemática, física, psicologia, ciências sócias, higiene e outros ramos do conhecimento, que lhe sugerem aplicações em investimentos mais produtivos para a pátria. O militar moderno não se contenta em estudar a arte da destruição, mais quer participar ativamente da tarefa de construção de um porvir melhor, prefere ir gradativamente se adaptando ao mundo futuro que há de vir breve, em que será desnecessária a guerra para a solução de pendências ou divergências de opiniões, em que reinara definitivamente a paz, porque o homem civilizado não briga
Para que os paises belicosos substituam o ideal de guerra pelo de paz, faz-se necessário que seus militares se diluam no povo, convivam com o povo, se identifiquem com o povo, sintam as mesmas alegrias e aflições do povo e se confundam com o próprio povo.
Para isso, as repartições militares de hoje, tem sempre o seu oficial de relações publicas, que é o seu diplomata, o homem encarregado de manter boas relações com as autoridades militares e civis, de atender com fidalguia, e indistintamente a todos os que necessitem dirigir-se a essa corporação.
E, para adaptar-se á realidade social que atravessamos, não prescinde o meio militar, e nem o militar individualmente, de utilizar, para bem servir á coletividade, o mais moderno, complexo e útil ramo de conhecimento – a pratica das relações humanas, que é, com certeza, o vosso ideal, o ideal rotário.
É isso justamente o que fazeis ao receber o representante do comandante da guarnição militar de Aquidauana, Tenente Edson Pierre Marcello para privar convosco, honra que, em seu nome, penhorosamente agradeço.
Acredito Senhores, que o soldado moderno tem realmente um papel relevante no desenvolvimento social do Brasil. Espero que o tenha explanado, ainda que palidamente. Muito obrigado, Senhores rotários!
(Palestra realizada pelo então Tenente Edson Nogueira Paim, no Rotary Club de Aquidauana, em 1962, como representante do Comandante da 1a. Companhia do 9o. B.E.Comb.)
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
domingo, 16 de maio de 2010
Webber vence em Mônaco e lidera campeonato da F1
do UOL Esporte
Por Alan Baldwin
MÔNACO (Reuters) - Mark Webber venceu o GP de Mônaco, neste domingo, com dobradinha da Red Bull, resultado que colocou o australiano na primeira colocação da temporada de Fórmula 1.
Primeiro australiano a vencer a prova do principado desde o tricampeão mundial Jack Brabham em 1959, Webber liderou de ponta a ponta, largando na pole position para terminar em primeiro, sua segunda vitória consecutiva e a quarta de sua carreira.
"Absolutamente incrível, com certeza, este é o melhor dia da minha vida", disse Webber aos repórteres.
O último australiano a liderar o campeonato de F1 foi Alan Jones, em 1981.
Em uma corrida pontuada por acidentes e entradas do safety car, incluindo nas últimas três voltas, o alemão Sebastina Vetter ficou em segundo lugar e garantiu a segunda dobradinha da Red Bull em seis corridas. O polonês Robert Kubica, da Renault, completou o pódio em terceiro.
Por Alan Baldwin
MÔNACO (Reuters) - Mark Webber venceu o GP de Mônaco, neste domingo, com dobradinha da Red Bull, resultado que colocou o australiano na primeira colocação da temporada de Fórmula 1.
Primeiro australiano a vencer a prova do principado desde o tricampeão mundial Jack Brabham em 1959, Webber liderou de ponta a ponta, largando na pole position para terminar em primeiro, sua segunda vitória consecutiva e a quarta de sua carreira.
"Absolutamente incrível, com certeza, este é o melhor dia da minha vida", disse Webber aos repórteres.
O último australiano a liderar o campeonato de F1 foi Alan Jones, em 1981.
Em uma corrida pontuada por acidentes e entradas do safety car, incluindo nas últimas três voltas, o alemão Sebastina Vetter ficou em segundo lugar e garantiu a segunda dobradinha da Red Bull em seis corridas. O polonês Robert Kubica, da Renault, completou o pódio em terceiro.
domingo, 9 de maio de 2010
Webber vence, Alonso fica em 2º e acirra disputa pela ponta do Mundial (Postado por Marise Paim)

do UOL Esporte
AFP PHOTO / GUILLAUME BAPTISTE
Mark Webber disputa o GP da Espanha; australiano venceu a corrida sem problemas
Do UOL Esporte
Em São Paulo
Sem dificuldades, Mark Webber venceu o GP da Espanha. Neste domingo, o piloto da Red Bull ganhou a corrida de ponta a ponta, sem ser incomodado por seus concorrentes. Fernando Alonso terminou em segundo, para delírio da torcida presente no circuito de Barcelona. O piloto da Ferrari se beneficiou com o abandono de Lewis Hamilton no fim da prova, após o britânico ter um pneu furado em sua McLaren.
VEJA ALGUNS DOS DESTAQUES DA PROVA
Webber se manteve na liderança após a largada
Hamilton ultrapassa Vettel e ganha a 2ª posição
CONFIRA AS IMAGENS DO GP DA ESPANHA
VEJA A CLASSIFICAÇÃO COMPLETA DA CORRIDA
VEJA COMO FICOU A CLASSIFICAÇÃO DO MUNDIAL
COMENTE OS RESULTADOS DO GP DA ESPANHA
Felipe Massa terminou a corrida em sexto e ficou atrás de Alonso, seu companheiro de equipe na Ferrari. Após enfrentar problemas nos treinos, Rubens Barrichello conduziu sua Williams ao nono lugar. Lucas di Grassi levou a Virgin até o fim da prova, em 19º. Bruno Senna, da Hispania, abandonou logo no começo.
Jenson Button, quinto colocado em Barcelona, segue na liderança do Mundial de Pilotos com 70 pontos. No entanto, o piloto da McLaren agora viu Fernando Alonso se aproximar: o espanhol está em segundo, com 67. Sebastian Vettel, 3º na prova, vem em seguida, com 60. Massa alcançou Hamilton: ambos possuem 49, empatados em sexto.
"O motor estava sofrendo um pouco com uma corrida longa, mas acho que toda a equipe foi extraordinária neste fim de semana. O resultado foi visto hoje. Foi fantástico, sem dúvida", afirmou Webber.
Alonso comemorou o excelente resultado em casa. "Foi uma corrida emocionante e, no final, saímos muito contentes, mais do que o esperado. Foi excepcional e um ótimo presente aos torcedores. O quarto lugar era o máximo que podíamos almejar", comentou.
A corrida
Na largada, os seis primeiros colocados mantiveram suas posições. Apesar da pressão de Lewis Hamilton na primeira curva, Mark Webber e Sebastian Vettel sustentaram a primeira e a segunda colocação, respectivamente. Felipe Massa ganhou duas posições (de Robert Kubica e Nico Rosberg) e pulou para sétimo.
O início da corrida foi péssimo para Bruno Senna. O piloto da Hispania, que enfrentou problemas de equilíbrio em seu carro nos treinos, saiu da pista e abandonou. Já Rubens Barrichello se recuperou; 17º no grid, ele ganhou cinco posições nas cinco primeiras voltas.
Na briga pela sexta posição, Massa pressionou Michael Schumacher, mas o piloto da Mercedes conseguiu abrir uma pequena vantagem. Na 15ª volta, os dois pararam ao mesmo tempo nos boxes; na saída, o alemão continuou na frente. Enquanto isso, Webber abria distância e ficou quatro segundos à frente de Vettel, seu companheiro de equipe.
Na 18ª volta, Hamilton assumiu o segundo lugar. Vettel fez um pit stop mais lento e, na volta à pista, foi ultrapassado pelo piloto da McLaren. Webber também fez sua parada, mas se manteve na liderança. Schumacher aproveitou uma parada ruim de Button para ganhar o quinto lugar.
A OPINIÃO DE FÁBIO SEIXAS
É preciso ter organização, é preciso ter um bom trabalho de bastidores, nos boxes, nos pits. E, isso, a Red Bull ainda não tem
LEIA O POST COMPLETO NO BLOG DO SEIXAS
Os dois fizeram uma boa briga pela posição e permitiram a aproximação de Massa. Na 25ª volta, ao tentar passar o retardatário Karun Chandhok, o piloto da Ferrari tocou parte da asa esquerda de sua Ferrari no carro do indiano. O brasileiro preferiu não entrar nos boxes, já que seu rendimento na pista não mudou.
Com seguidas voltas rápidas, Webber abriu uma distância confortável para Hamilton, segundo colocado. O piloto da McLaren também não sofreu tanto com a pressão de Vettel, que não conseguia tirar a diferença em torno de dois segundos. Para piorar, o alemão teve problemas com os pneus no fim da prova, parou nos boxes e perdeu o terceiro lugar para Alonso.
Quando o segundo lugar parecia definido para Hamilton, o piloto britânico teve o pneu furado nas últimas voltas, bateu o carro e abandonou a prova, para contrariar quem achava que a corrida terminaria de forma monótona. Melhor para Alonso, segundo colocado e mais do que nunca firme na disputa pela liderança do campeonato.
Veja os 10 primeiros colocados do GP da Espanha:
1°. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), 66 voltas
2°. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 24s0
3°. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), a 51s3
4°. Michael Schumacher (ALE/Mercedes), a 1min02s1
5°. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes), a 1min03s7
6°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 1min05s7
7°. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), a 1min12s9
8°. Robert Kubica (POL/Renault), a 1min13s6
9°. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), a 1 volta
10°. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari), a 1 volta
domingo, 18 de abril de 2010
Jenson Button vence na China e lidera Mundial de F1

Jenson Button, em McLaren-Mercedes, venceu hoje (domingo, dia 18) o Grande Prémio da China em Fórmula 1, à frente do seu colega de equipa, Lewis Hamilton, numa corrida marcada pela chuva.
Numa prova em que os pilotos foram obrigados a várias paragens nas boxes devido às condições climatéricas, os McLaren-Mercedes foram os mais rápidos e garantiram uma saborosa "dobradinha", à frente De Nico Roseberg, em Mercedes.
A chuva transformou a prova de Xangai numa corrida caótica, com a maioria dos pilotos a trocarem de pneus pelos menos quatro vezes. Button, com uma gestão dos momentos das trocas bem mais eficaz, com apenas duas paragens, retirou apreciável vantagem que depois geriu com inteligência, tornando-se o primeiro piloto a vencer por duas vezes na época e voltando a bater o companheiro Lewis Hamiltonn (quatro paragens), o que no início da época não parecia muito possível.
Os Red Bull foram, de resto, uma das desilusões do dia, com Sebastien Vettel, ele que deu a entenderpreferia correr com este tipode condições, a hipotecar as chances de discutir as primeiras posições depois de ter optado muito cedo por pneus de chuva. O alemão terminou na sexta posição.
O espanhol Fernando Alonso, em Ferrari, foi quarto, realizando uma boa corrida e minimizando uma penalização por ter arrancado antes do último semáforo se apagar.
Jenson Button assumiu a liderança do Mundial de pilotos, com 60 pontos, à frente de Nico Roseberg (50), enquanto a McLaren-Mercedes é a nova líder do Mundial de Construtores.
sábado, 17 de abril de 2010
Sétimo no grid, Massa acha difícil brigar por vitória na China
do UOL Esporte
Do UOL Esporte
Em São Paulo
Um erro na última curva de sua volta rápida no treino classificatório custou a Felipe Massa uma chance de largar pelo menos entre os cinco primeiros do grid no GP da China. Líder do campeonato, o brasileiro da Ferrari vai sair na quarta fila e reconhece que suas chances de chegar ao pódio são pequenas.
“Pode chover amanhã, então há uma chance de se alterar a ordem, mas é lógico que, largando em sétimo, será difícil brigar pelas primeiras posições”, admitiu Massa após o treino deste sábado. “Será importante fazer uma boa largada e recuperar algumas posições imediatamente”, completou.
O brasileiro ficou 0s2 atrás do companheiro Alonso, que vai largar em terceiro. Massa atribuiu essa diferença a uma falha na hora decisiva. “Estou um pouco desapontado porque não consegui fazer uma volta limpa no Q3. Infelizmente, cometi um erro na última curva que me custou pelo menos alguns décimos”, justificou.
“Antes disso, eu estava fazendo uma volta que poderia me deixar entre os cinco primeiros. Todos estão muito próximos, basta muito pouco para já se ver perdendo posições”, completou o brasileiro, que ainda não venceu nenhuma prova nesta temporada.
A vantagem de Massa na liderança do campeonato é de apenas dois pontos em relação a Fernando Alonso e Sebastian Vettel, empatados na segunda posição com 37 pontos. No último GP, na Malásia, o brasileiro terminou em sétimo, o que foi suficiente para assumir a ponta.
Do UOL Esporte
Em São Paulo
Um erro na última curva de sua volta rápida no treino classificatório custou a Felipe Massa uma chance de largar pelo menos entre os cinco primeiros do grid no GP da China. Líder do campeonato, o brasileiro da Ferrari vai sair na quarta fila e reconhece que suas chances de chegar ao pódio são pequenas.
“Pode chover amanhã, então há uma chance de se alterar a ordem, mas é lógico que, largando em sétimo, será difícil brigar pelas primeiras posições”, admitiu Massa após o treino deste sábado. “Será importante fazer uma boa largada e recuperar algumas posições imediatamente”, completou.
O brasileiro ficou 0s2 atrás do companheiro Alonso, que vai largar em terceiro. Massa atribuiu essa diferença a uma falha na hora decisiva. “Estou um pouco desapontado porque não consegui fazer uma volta limpa no Q3. Infelizmente, cometi um erro na última curva que me custou pelo menos alguns décimos”, justificou.
“Antes disso, eu estava fazendo uma volta que poderia me deixar entre os cinco primeiros. Todos estão muito próximos, basta muito pouco para já se ver perdendo posições”, completou o brasileiro, que ainda não venceu nenhuma prova nesta temporada.
A vantagem de Massa na liderança do campeonato é de apenas dois pontos em relação a Fernando Alonso e Sebastian Vettel, empatados na segunda posição com 37 pontos. No último GP, na Malásia, o brasileiro terminou em sétimo, o que foi suficiente para assumir a ponta.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Massa e Alonso negam preocupação após falha no motor Ferrari

EFE/How Hwee Young
Felipe Massa se disse satisfeito com rendimento da Ferrari após treinos livres do GP da China
Do UOL Esporte
Em São Paulo
Como já vinha fazendo nas corridas anteriores, a Ferrari usou os treinos livres de sexta-feira na China para testar situações de corrida, e por isso correu com mais combustível e não teve o desempenho que se espera. O que poderia gerado preocupação foi a quebra de mais um motor do espanhol. Mas os pilotos negam que isso represente um risco para o restante da temporada.
O argumento deles é que o motor quebrado nesta sexta foi o mesmo que já havia apresentado problemas na classificação do GP do Bahrein, a primeira prova da temporada. Fernando Alonso voltou a usá-lo nos treinos de sexta-feira, mas não conseguiu nem marcar tempo. Agora, só restam seis motores para ele até o fim do ano.
“Está tudo de acordo com o planejado. Infelizmente, perdemos dois motores, mas talvez esse último já fosse esperado. O da Malásia é que foi mais surpreendente”, comentou Alonso, que teve problemas de motor na última corrida e terminou sem pontuar, permitindo que o companheiro Felipe Massa lhe tomasse a liderança do campeonato.
O brasileiro também minimizou a preocupação com mais um motor quebrado, mas pediu atenção: “O problema que ele teve foi em um motor do Bahrein. Então preocupa menos do que se fosse em um motor novo, mas é algo que a gente tem que trabalhar, que a gente tem que fazer com que não aconteça mais”, declarou Massa.
A Ferrari alega que o uso de motores velhos nos treinos livres não prejudica os testes, porque o desempenho de propulsores usados não seria tão inferior ao dos novos. Mas, depois de trocar a máquina, Alonso colocou três décimos em cima de Massa, e terminou em décimo no primeiro dia de atividades na China, enquanto o brasileiro ficou em 11º.
Único da Ferrari a marcar tempo na primeira sessão, Massa melhorou quase dois segundos no segundo treino, mas ainda assim foi superado por Alonso. “Com o tanto que a gente melhorou, dá para imaginar que a gente tirou um tanto de gasolina, sem duvida, mas a gente não tinha pneu novo, era um pneu de 20 voltas. Então não dá para comparar um tempo com o outro, foi mais ou menos o tempo que a gente fez praticamente sempre até aqui”, explicou o brasileiro.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
O território do Timor Leste está na parte leste da Ilha do Timor.
Do Brasil, via Buenos Aires e Sidnei, são cerca de trinta horas de avião para chegar ao país, 10.500 Km de distância e o fuso assemelha-se ao do Japão.
Nome Oficial: Timor Leste (Timor Loro Sa'e)
Capital: Dili
Localização: Sudeste da Ásia
Geografia:
Área: 14.609 km².
Hora local: +11h.
Clima: equatorial.
Cidades: Dili (60.150) (1980); Baucau, Ermera, Bobonaro.
População: 750 mil (2001)
Nacionalidade: timorense (ou maubere).
Idioma: português, tetum.
Religião: cristianismo 86% (católicos 100%), islamismo e crenças tradicionais 14% (1997).
Densidade: 51,3 hab./km² (2001).
Pop. urb.: 7,5% (2000).
Fecundidade: 3,85 filhos por mulher
Expectativa de vida M/F: 49,2/50,9 anos;
mortalidade infantil: 121/1000 (2000-2005).
Analfabetismo: 40%.
Economia:
Moeda: dólar americano.
PIB: US$ 228 milhões (1999).
PIB agropec.: 21,3%.
PIB ind.: 28,9%.
PIB serv.: 49,8% (1999).
PIB per capita: US$ 304 (1999).
Força de trabalho: 341,9 mil (1993).
Export.: US$ 46 milhões (1999).
Import.: US$ 82 milhões (1999).
Parceiros comerciais: Indonésia.
Timor-Leste é um território com cerca de 19.000 Km2 e cerca de 700.000 habitantes, que ocupa metade de uma ilha situada entre a Malásia e a Melanésia, 500Km a norte da Austrália. A população de Timor-Leste é de origem Malaia, Melanésia e Polinésia e, contrariamente ao que acontece com as restantes ilhas do arquipélago indonésio, não teve praticamente contacto com o Islão ou com o hinduísmo,
Nome Oficial: Timor Leste (Timor Loro Sa'e)
Capital: Dili
Localização: Sudeste da Ásia
Geografia:
Área: 14.609 km².
Hora local: +11h.
Clima: equatorial.
Cidades: Dili (60.150) (1980); Baucau, Ermera, Bobonaro.
População: 750 mil (2001)
Nacionalidade: timorense (ou maubere).
Idioma: português, tetum.
Religião: cristianismo 86% (católicos 100%), islamismo e crenças tradicionais 14% (1997).
Densidade: 51,3 hab./km² (2001).
Pop. urb.: 7,5% (2000).
Fecundidade: 3,85 filhos por mulher
Expectativa de vida M/F: 49,2/50,9 anos;
mortalidade infantil: 121/1000 (2000-2005).
Analfabetismo: 40%.
Economia:
Moeda: dólar americano.
PIB: US$ 228 milhões (1999).
PIB agropec.: 21,3%.
PIB ind.: 28,9%.
PIB serv.: 49,8% (1999).
PIB per capita: US$ 304 (1999).
Força de trabalho: 341,9 mil (1993).
Export.: US$ 46 milhões (1999).
Import.: US$ 82 milhões (1999).
Parceiros comerciais: Indonésia.
Timor-Leste é um território com cerca de 19.000 Km2 e cerca de 700.000 habitantes, que ocupa metade de uma ilha situada entre a Malásia e a Melanésia, 500Km a norte da Austrália. A população de Timor-Leste é de origem Malaia, Melanésia e Polinésia e, contrariamente ao que acontece com as restantes ilhas do arquipélago indonésio, não teve praticamente contacto com o Islão ou com o hinduísmo,
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